domingo, 2 de maio de 2010

“Uma Vida Superficial”*

(depois da Gel de Cabelo me encher pacas eu fiz um outro post :D)
Para começarmos, uma pergunta simples e até tola, o que é a vida? (Pare e reflita!) Pois é, é isso que muitas pessoas gastam a toa. Simplesmente não fazem nada de produtivo, ou que se trate do interesse alheio.
Claro que nossa sociedade fútil e consumista não favorece em nada isso, por isso está cada vez mais raro encontrarmos pessoas com pensamento crítico, principalmente jovens. Os nossos atuais adolescentes, de em média 14 e 15 anos, querem se achar maiores de idade, mas são incapazes de pensarem. São futuros adultos sem valores, moral e ética. Reclamam da vida, mas não fazem nada para mudá-la.
Querem poder ter um namorado (a) por para cada mês, ou ficar com um piá por semana, mas não conseguem ter maturidade suficiente para respeitar as opiniões dos outros. Os valores se perderam, o “gostar” e o “amar” estão banais. Eles falam “eu te amo” para a primeira pedra que vêem na rua. Os jovens não dão valor ao que possuem. Possuem uma mentalidade infantil, se não começarem a amadurecer AGORA, vão ter que amadurecer na “marra” depois.
Atualmente, grande parte dessas meninas que querem nos passar lição de moral, que se dizem as tais, não sabem nada da vida (e nem sabem o que é moral .-.). Falam de coisas de coisas anormais como se fossem comuns (como diz a Feldman “não devemos nos acostumar, pois muitas coisas não são normais”). Mas muitas vezes são simplesmente absurdas. Pois é, esse mundo está tão precoce que meninas de 13 anos querem ira para a balada e ficar de “porre”.
Eu sinto é pena dessas pessoas que jogam suas vidas pelo ralo, e conseqüentemente de seus filhos. Que não possuem o mínimo senso do ridículo. Pois para eles nós somos ultrapassados e antiquados, mas será mesmo? Acredito que a sociedade tem que evoluir sim, porém sem perder seus valores.
No certo não sei, e acho que nem quero saber que se somos nós que estamos errados ou eles.

*trecho retirado do verso “um dia super, uma noite super, uma vida superficial” da música Muros e Grades dos Engenheiros do Hawaii.

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